Amazonino Mendes “Meus adversários dizem que eu estou muito velho, estou velho para correr uma maratona, não para ser governador”

Edson Brito, Lourenço Dir. da Rádio Castanho e Raimundinho do Cartório
Hoje (14/06) cerca de 40 pessoas do Careiro Castanho entre lideranças politicas, vereadores, empresários, o representante da Associação Comercial do Careiro, Antônio Montalvão e os representantes dos meios de comunicações do município estiveram em visita ao ex-governador Amazonino Mendes (PDT) pré-candidato nas eleições suplementares marcar para o dia 6 de agosto 2017 para a escolha de Governador e de Vice-Governador do Estado do Amazonas e, dia 27 de agosto de 2017, em caso de segundo turno.
No encontro muitos ficaram surpresos com a disposição, lucidez e a capacidade de raciocínio do ex-governador Amazonino Mendes de 77 anos, ele se mostrou a vontade, descontraído e deu atenção a todos dando espaço para perguntas e questionamentos, somente depois de ouvir as perguntas ele falou e aproveitou a oportunidade para mandar um recado para os seus adversários “Meus adversários dizem que eu estou muito velho, estou velho para correr uma maratona, não para ser governador”. E disse “Eu nasci político e vou morrer politico, ser político não significa necessariamente ter um cargo”.
“Esses jovens que estão aí dizendo que se forem eleitos vão fazer isso, vão fazer aquilo, não têm experiência e não há tempo para fazer testes com o Amazonas”. “Eu sei o que fazer e como fazer, quem me conhece sabe disso!” “Ser Governador do Estado do Amazonas para mim não é motivo de vaidade pessoal, o que eu quero é ajudar o meu Estado do Amazonas com a minha experiência administrativa”.
“Praticamente toda a estrutura que o estado possuí hoje fui eu que fiz!” e citou a UEA, o hospital João Lúcio, o hospital 28 de agosto, os Caics, os Caimis e reclamou, esses eles acabaram com os Caics, os Caimis. E disse ainda, “depois que eu deixei o governo até hoje os outros governos só fizeram três grandes obras, e duas estão sendo investigadas pela na Lava Jato”, se referindo a Arena da Amazônia e a Ponte sobre o Rio Negro e a outra obra foi o Prosamim e deixaram o Estado endividado com empréstimos”, e concluiu “O Estado do Amazonas está financeiramente quebrado, só tem dinheiro para pagar uma parte do 13° salário, não tem dinheiro para pagar o restante”.

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