O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, manter o afastamento definitivo do ministro Marco Buzzi, aplicando a inédita pena de disponibilidade com possível perda do cargo, após ele ser acusado de crimes sexuais por duas mulheres. Dos 28 ministros que participaram do julgamento, quatro defenderam a aposentadoria compulsória, mas prevaleceu a punição mais severa.
Buzzi permanecerá afastado, recebendo vencimentos proporcionais ao tempo de serviço. A perda definitiva do cargo e do salário dependerá de uma nova ação da Advocacia-Geral da União (AGU), conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa informou que recorrerá da decisão e sustenta que as acusações não são comprovadas. O caso envolve denúncias de uma jovem de 18 anos e de uma servidora do STJ, ambas negadas pelo ministro.
Fonte: Agência Brasil/Portal do Careiro
