São Paulo/SP – O ex-jogador Oscar Schmidt, um dos maiores nomes do basquete mundial, morreu nesta sexta-feira (17), em São Paulo, após enfrentar um tumor cerebral por cerca de 15 anos. Ele passou mal em casa e chegou ao hospital já sem vida.
Ídolo do esporte, deixou um legado marcante dentro e fora das quadras, sendo referência para gerações. A despedida será restrita à família.
Com carreira brilhante, participou de cinco Olimpíadas e se destacou como um dos maiores cestinhas da história, superando nomes como Kareem Abdul-Jabbar. Também atuou por clubes no Brasil e na Itália e foi reconhecido internacionalmente, inclusive com ligação ao Hall da Fama da NBA.
Disputou outras quatro olimpíadas: Los Angeles (1984), Seul (1988), Barcelona (1992) e Atlanta (1996), sempre se destacando como cestinha da competição.
Oscar jogou 11 temporadas na Itália, 8 pelo Juvecaserta e 3 pelo Pavia
Em 1995, Oscar decidiu retornar para o Brasil, passando a jogar no Corinthians, onde ganhou, em 1996, o oitavo título brasileiro de sua carreira.
No Brasil, Oscar ainda jogou pelo Banco Bandeirantes, entre 1997 e 1998, Mackenzie, entre 1998 e 1999 e Flamengo, entre 1999 e 2003.
No rubro-negro, alcançou uma das marcas mais expressivas de sua carreira: maior cestinha da história do basquete, com 49,737 pontos. Até então, esse posto pertencia a Kareem Abdul-Jabbar, com 46.725 pontos.
Em 1991, Oscar foi nomeado um dos 50 Maiores Jogadores de Basquete pela Fédération Internationale de Basketball (Fiba). Também integrou o Hall da Fama da NBA,
Oscar se aposentou em 2003 e, após a carreira, passou a atuar como palestrante, compartilhando sua trajetória e inspirando o público.
Fonte: Agência Brasil/Portal do Careiro
