Promotor do Careiro pede a condenação de 14 envolvidos na operação “Apagar das Luzes”

Promotor da Comarca do Careiro, João Guimarães,

O promotor de Justiça da Comarca do Careiro (a 102 quilômetros de Manaus), João Guimarães, pediu a condenação de 14 pessoas envolvidas na operação “ Apagar da Luzes”, deflagrada pelo Ministério Público (MP/AM) e Policia Civil em janeiro deste ano, que prendeu o ex-prefeito da cidade, Hamilton Villar, ex-secretários municipais, empresários, irmãos e parentes do ex-chefe do executivo. O ex-prefeito ( preso somente em abril), os irmãos dele que foram ex-secretários de finanças, Aldo Alves Villar, e Altevir Alves Villar, o ex-chefe de licitações do município, Manoel Ernandes dos Santos e Marcley Barbosa Fontes ( ex-secretário de saúde),  estão presos no Centro de Detenção Provisória (CDPM), na BR 174, a rodovia Manaus/Boa Vista (RR).

Quatro empresários presos na operação Apagar das Luzes, José Roberto Viana da Costa, Sérgio César Moreno Sereno (Coco Seco), António José de Oliveira Gonçalves (Antonio Preto),  Gagarim Corrêa Miranda ( o  Gordo)  e Aluísio da Silva Alves ( sub-secretário de Finanças), e Jackson Chagas Saldanha ( ex-secretário de Administração) foram soltos após colaboração premiada na Justiça.  A prisões foram determinadas pela juíza da Comarca do Careiro, Sabrina Cumba Ferreira.

O promotor de Justiça, João Guimarães, disse ao Portal De AMAZÔNIA  que denunciou todos envolvidos, no sábado (26), pelos crimes de peculato-desvio (crime de responsabilidade); lavagem de dinheiro; advocacia administrativa; corrupção ativa; corrupção passiva; Organização Criminosa; fraude em licitação na Prefeitura do Careiro

Além de todos eles, o promotor Guimarães também incluiu na denuncia a Justiça, Adriana Lira do Nascimento ( integrava a Comissão de Licitação), Luiz Henrique de Oliveira Castro Villar (filho de Hamilton) e Joaquim Alves Villar (irmão de Hamilton).

Para o ex-prefeito Hamilton Villar,  o promotor pede a sentença com penas em abstrato que alcançam 60 anos. Para os demais implicados mais 30 anos de prisão.

Conforme matéria publicado no  Portal De AMAZÔNIA

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