MP-Am pode pedir a qualquer momento a prisão dos ex-Vereadores e do ex-vice-prefeito do Careiro

O MP-AM investiga o pagamento de propina que vária entre R$ 6 mil a 20 mil para os ex-vereadores do município do Careiro, a acusação é do Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) que planeja pedir a prisão dos 13 ex-vereadores e do ex-vice-prefeito do município do Careiro, Nailson Guedes (PSD), por suposto recebimento de propina para acobertar a organização criminosa formada por ex-secretários, ainda segundo o MP-AM sob a chefia do ex-prefeito Hamilton Alves Villar.

Propina de R$ 150 mil: Em colaboração premiada o empresário José de Oliveira Gonçalves “Antônio Preto” denunciou ao Ministério Público em esquema de “mensalinho”, segundo estimativa do MP-AM os vereadores recebiam R$ 150 mil de propina por mês.

13 Vereadores suspeitos – Dos 13 vereadores, cujo mandato foi encerrado em 2016, todos são suspeitos de receber propina, os reeleitos e os não reeleitos tiveram os nomes citados na reportagem de Acrítica, veja a lista a seguir:

Roberval Vieira Lima Martins – PSC;

Raimundo Nonato Mendes Marinho – PSB “Caximbo”;

Euclides Bendaham Macedo – PTB;

Sebastião Cordeiro de Moraes (Sabá Cordeiro);

Osmar de Melo Almeida Júnior – PSL “Junior Melo”;

José Renato Freitas de Lira – DEM “Tay Lira”;

Vereadores não reeleitos: Ainda segundo o MP-AM os vereadores não reeleitos também se beneficiaram do esquema de corrupção são eles:

Valdimar Vieira Felizardo – PR;

Conceição Moura de Oliveira – PSDB;

Isaque Lira de Paula – PSD;

Carlos Tavares de Lima – PR;

José Martins de Lima – PRP “Carimbó”

Empresa de fachada para desviar 10 milhões: O ex-prefeito Hamilton Villar fez colaboração premiada e confirmou ter participado e praticado alguns crimes, direcionando licitações, ele pediu a exclusão do mome do irmão Joaquim Alves Villar segundo disse na colaboração, Joaquim só emprestou o nome para registrar a empresa de fachada São José em nome do filho do ex-prefeito Luiz Henrique de Oliveira Castro Villar, segundo o MP-AM o esquema era comandado pelo ex-prefeito Hamilton e o valor estimado de desvio seria de R$ 10 milhões dos cofres públicos.

O MP-AM vai pedir pena máxima para o ex-prefeito que chega a 60 anos de prisão e de 30 anos para os outros envolvidos.

Com informações do Jornal Acrítica de domingo (11/02), matéria publicada na página A3,  assinada pela Jornalista Janaína Andrade.

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